Arquivo da tag: Clubes da Zona da Mata

Grêmio Esportivo Ipiranga de Chã Grande

Por José Henrique, 17 de janeiro de 2020

Ficha do Clube
Nome
Grêmio Esportivo Ipiranga
Fundação
15 de janeiro de 1960
Localização
Chã Grande – Zona da Mata
Mascote
???
Status
Amador
Competição
Campeonato municipal de Chã Grande
O Grêmio Esportivo Ipiranga é um clube de futebol que está sediado na cidade de Chã Grande, que está localizada na Zona da Mata Pernambucana, fundado em 15 de janeiro de 1960 sendo um dos clubes mais antigos daquela cidade.

A história do clube Auri Negro começa em 1960, quando a cidade de Chã Grande ainda era um distrito de Gravatá. Através do desportista Luiz Bernardo o clube foi fundado e futuramente seria a maior força do futebol local.

Time do Ipiranga na década de 1960 – Foto: Chã Grande News
Ao longo de sua história o Ipiranga teve grandes rivais no futebol local como por exemplo o time da Usina Nossa Senhora do Carmo onde era protagonizado o clássico local, e também o clube tinha rivalidade com o Vera Cruz Futebol Clube de Vitória de Santo Antão.

No Campeonato Chã-grandense de Futebol, o time do Ipiranga é o maior campeão disparado com 12 conquistas, o time do Esporte Clube Camela (fundado em 1971 por dissidentes do Ipiranga), que é o seu maior rival tem apenas duas conquistas, o Auri Negro Chã-grandense também já levantou o Campeonato da Liga Desportiva Gravataense e também na Liga Desportiva de Feira Nova.

Por ter sido campeão Gravataense em 1998 o Grêmio Esportivo Ipiranga participou de uma edição da extinta 3ª divisão pernambucana, isso ainda no ano de 1998, infelizmente, não temos o histórico do clube nesta competição.

Fica registrado em nosso Acervo Futebolístico Pernambucano mais um clube histórico de nosso estado.


Fontes: Chã Grande News.

Agradecimentos ao Sr. Ivan da Liga Desportiva Gravataense
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Guarani de Tracunhaém

Por José Henrique, 10 de dezembro de 2019

Ficha do Clube
Nome
Guarani Futebol Clube
Fundação
1976
Localização
Tracunhaém – Zona da Mata
Mascote
???
Status
Em atividade – Amador
Competição
Amistosos e competições pela região

O Guarani Futebol Clube é uma agremiação do Município de Tracunhaém, que fica a 48 km da capital do Estado de Pernambuco. Com cerca de 13.547 habitantes (segundo o Censo de 2014). O Alviverde Tracunhaense foi Fundado em 1976.
O Guarani conta no seu currículo com quatro títulos no Campeonato Citadino: 1980, 1997, 1998 e 2007. Outra curiosidade é que clube é o único do Município de Tracunhaém a ter dois títulos na categoria Sub-20 (antiga categoria de Juniores): 1997 e 2003. Além disso, na Sala de Troféus há outros 23 torneios conquistados ao longo de sua trajetória de 42 anos de existência.
Na esfera profissional, o clube disputou a Copa Intermunicipal de Clubes de 1999, que era a considerada a 3ª divisão estadual, pois premiava o campeão com a profissionalização e o acesso a 2ª divisão.
Time do Guarani de Tracunhaém, Foto: Nelson Correia (Facebook)
Durante a competição o time do Guarani enfrentou o time do Korujão de Lagoa do Carro (que jogava pela Liga de Carpina) e acabou sendo eliminado ao perder em casa por 1×0.
Estádio Municipal de Tracunhaém, Foto Carlos Inácio (Facebook)
O time do Guarani manda seus jogos no estádio Municipal de Tracunhaém que tem a capacidade aproximada de 2.000 torcedores
FONTE: História do Futebol, Facebook

Campeonato Pernambucano das Usinas, disputado entre 1958 e 1962

Por José Henrique, 04 de agosto de 2019

O Campeonato Pernambucano das Usinas foi uma competição disputada em Pernambuco nos anos de 1958, 1959, 1960, 1961 e 1962.
A Competição era unicamente disputada entre equipes que representassem uma das Usinas de Cana de Açúcar do estado de Pernambuco, entre as décadas de 1950 e 1960, a Usinas eram uma das maiores fontes de empregos no estado, tendo assim poderio suficiente para sustentar um clube de futebol.
E alguns clubes mesmo amadores (semi-profissionais) chegaram a se destacar tanto no cenário do futebol de Pernambuco, nesta época os clubes participantes do certame das usinas eram chamados para realizarem vários amistosos com os clubes que atuavam no campeonato pernambucano de profissionais e para jogar amistosos em todo estado com equipes amadoras de tradição e força nesta época.
Leão XIII de Catende
Dentre os clubes que mais se destacaram do Campeonato Pernambucano das Usinas, estão o Centro Operário de Cultura Leão XIII da cidade de Catende, que também foi o 1º campeão das Usinas em 1958, o clube já chegou a enfrentar em amistosos o Central de Caruaru, o Sport de Recife.
A.A. Rio Una de Barreiros
Outro clube que também mereceu o destaque foi a Associação Atlética Rio Una da cidade de Barreiros, Vice-campeã das Usinas em 1960 e também vice-campeã da Taça Pernambuco de 1962 perdendo o título para o Colombo de Limoeiro.
Destilaria do Cabo
O Destilaria Esporte Clube da cidade do Cabo de Santo Agostinho, que foi vice-campeão em 1958 é um dos mais conhecidos dos que disputaram o certame das Usinas, pois o Azulão Cabense seguiu em frente, e chegou a disputar mais duas Copa do Interior (1973 e 1980) e na década de 1990 conseguiu se profissionalizar e disputar o Campeonato Pernambucano da 1ª divisão em 1992, 1993, 1994 e 1995, posteriormente o clube deu origem a Associação Desportiva Cabense em 1995 quando o mesmo desativou o futebol profissional.
Central Barreiros
Outro time que também se destacou no cenário do futebol pernambucano no interior foi a Associação Esportiva Central Barreiros que na época era um dos cotados para entrar no Campeonato Pernambucano de profissionais, o clube também foi um dos grandes campeões do interior pernambucano, sendo Bi-campeão da Taça Pernambuco em 1964 e 1965 e campeão pernambucano amador, que era uma espécie de 2ª divisão no ano de 1972, o clube também chegou a disputar a 1ª edição oficializada pela FPF-PE da 2ª divisão em 1977.
Cucaú S.C. de Rio Formoso
Também tínhamos o Cucaú Sport Club da cidade de Rio Formoso que disputava vários amistosos com clubes da capital pernambucana e realizava boas campanhas nos campeonatos das usinas, também se destacava por ter um dos melhores estádios da época o Dr. Armando Monteiro que tinha a capacidade para 8.000 torcedores.
E.C. Maravilhas de Goiana
Mais dentre todos os clubes que disputaram os campeonatos das Usinas o que mais se destacou entre eles sem dúvidas foi o Esporte Clube Maravilhas, da cidade de Goiana. O clube foi tetra-campeão (1959, 1960, 1961 e 1962) do Campeonato Pernambucano das Usinas e foi cogitado a entrar no campeonato pernambucano de profissionais já no ano de 1960, quando foi barrado por não possuir um estádio nas condições exigidas pela FPF (pois é caros leitores, não é de hoje que os estádios barram os times de disputar competições oficiais no estado de Pernambuco), porém o clube se destacava por realizar também amistosos não só estaduais como também interestaduais, principalmente com clubes do estado da Paraíba, e lá se foram jogos contra Paulistano, Red Cross, União, Santos e Botafogo, todos da Paraíba, com destaque para uma vitória conquistada por 4×0 contra o Botafogo da Paraíba, jogando em Goiana.
O Campeonato Pernambucano das Usinas foi realizado pela última vez no ano de 1962, pois no ano posterior começava o declínio do poderio econômico das Usinas Pernambucanas, prejudicando muitos clubes que dependiam exclusivamente das Usinas de Cana de Açúcar para se manterem ativos, e o primeiro a ser atingido foi a Associação Atlética Rio Una que já fechou as portas em 1963, quando a Usina Rio Una fechou as portas outro dos atingidos foi o maior campeão da competição, o Maravilhas, que encerrou suas atividades ainda na década de 1970, o Central Barreiros, na década de 1980, os demais participantes foram extintos ainda na década de 1960.
Atualmente apenas o Destilaria sobrevive na forma da Cabense e disputa a série A2 estadual e o pernambucano sub-20, o time do Cucaú Sport Club, sobrevive como um clube amador e disputa amistosos pela região.
Confiram os Clubes Participantes ano após ano do Campeonato Pernambucano das Usinas:
1958

Centro Operário de Cultura Leão XIII, representava a Usina Catende na cidade de Catende;
Destilaria Esporte Clube, representava a Destilaria Central Presidente Vargas na cidade do Cabo de Santo Agostinho;
Esporte Clube Maravilhas, representava a Usina Nossa Senhora das Maravilhas na cidade de Goiana;
Cucaú Sport Clube, representava a Usina Cucaú na cidade de Rio Formoso;
Associação Esportiva Central Barreiros, representava a Usina Central Barreiros na cidade de Barreiros;
Associação Atlética Rio Una, representava a Usina Rio Una na cidade de Barreiros;
Centro Esportivo Santo André, representava a Usina Santo André na cidade de Rio Formoso;
Bonfim Futebol Clube, representava a Usina Bonfim na cidade de Primavera;
Rosário, representava a Usina Trapiche na cidade de Sirinhaém;
1959

Esporte Clube Maravilhasrepresentava a Usina Nossa Senhora das Maravilhas na cidade de Goiana;
Associação Esportiva Central Barreirosrepresentava a Usina Central Barreiros na cidade de Barreiros;
Associação Atlética Rio Unarepresentava a Usina Rio Una na cidade de Barreiros;
Cucaú Sport Cluberepresentava a Usina Cucaú na cidade de Rio Formoso;
Rosáriorepresentava a Usina Trapiche na cidade de Sirinhaém;
Centro Esportivo Santo Andrérepresentava a Usina Santo André na cidade de Rio Formoso;
Destilaria Esporte Cluberepresentava a Destilaria Central Presidente Vargas na cidade do Cabo de Santo Agostinho;
1960

Esporte Clube Maravilhasrepresentava a Usina Nossa Senhora das Maravilhas na cidade de Goiana;
Rosáriorepresentava a Usina Trapiche na cidade de Sirinhaém;
Associação Atlética Rio Unarepresentava a Usina Rio Una na cidade de Barreiros;
Centro Esportivo Santo Andrérepresentava a Usina Santo André na cidade de Rio Formoso;
1961
Esporte Clube Maravilhasrepresentava a Usina Nossa Senhora das Maravilhas na cidade de Goiana;
Rosáriorepresentava a Usina Trapiche na cidade de Sirinhaém;
Associação Atlética Rio Unarepresentava a Usina Rio Una na cidade de Barreiros;
Centro Esportivo Santo Andrérepresentava a Usina Santo André na cidade de Rio Formoso;
Cucaú Sport Cluberepresentava a Usina Cucaú na cidade de Rio Formoso;
Destilaria Esporte Cluberepresentava a Destilaria Central Presidente Vargas na cidade do Cabo de Santo Agostinho;
1962

Esporte Clube Maravilhasrepresentava a Usina Nossa Senhora das Maravilhas na cidade de Goiana;
Associação Esportiva Central Barreirosrepresentava a Usina Central Barreiros na cidade de Barreiros;
Associação Atlética Rio Unarepresentava a Usina Rio Una na cidade de Barreiros;
Centro Esportivo Santo Andrérepresentava a Usina Santo André na cidade de Rio Formoso;
FONTE: Diário de Pernambuco (Biblioteca Nacional Digital) – Pesquisar em Período: 1950, 1960, Localização: Pernambuco, Palavras Chave: Certame das Usinas, Campeonato das Usinas, Campeão das Usinas.

Sesiano Clube de Escada

Por Henrique Martins, 26 de maio de 2019

Ficha do Clube
Nome
Sesiano Clube de Escada
Fundação
Década de 1950 (carece de confirmação)
Localização
Escada – Zona da Mata
Mascote
Status
Extinto
Competição
Não disputa mais competições


O Clube


O Sesiano Clube de Escada foi um clube de futebol que esteve em atividade durante os anos 50 e 60 na cidade de Escada, na Zona da Mata de Pernambuco.Não conseguimos encontrar com precisão a sua data de fundação, porém sua primeira menção em registros jornalísticos se trata de meados da década de 1950, 1953 para ser mais exato.

Durante as décadas de 50 e 60 o clube esteve presente em várias edições do campeonato municipal da L.D.E. (Liga Desportiva de Escada), onde mantinha o status de “O mais querido” e realizava verdadeiros clássicos contra o Pirapama Futebol Clube e o Bonfim Futebol Clube.

Como o próprio nome diz o clube fazia parte do Serviço Social da Industria, o SESI na cidade de Escada, porém com o SESI estava presente em várias cidades de Pernambuco, cada cidade tinha o seu Sesiano Clube, como por exemplo em Olinda, Cabo de Santo Agostinho, Ribeirão, Caruaru, Jaboatão dos Guararapes e outras cidades.

Voltando para o Sesiano de Escada, o clube tinha sua sede na Unidade Dr. Luiz Dias Lins, o SESI da cidade e mandava seus jogos no Estádio Luiz Dias Lins, que também fica no SESI, o clube também participou diretamente da criação da Liga Desportiva de Escada.

O time do Sesiano em seus tempos de atividade no campo, chegou a conquistar o torneio Adonias Moura em 1960, e seu maior feito foi representar a cidade de Escada na 1ª edição da Taça Pernambuco no ano de 1962.

Time do Sesiano em 1960, Foto: Diário de Pernambuco
A campanha não foi boa, pois foi eliminado logo na 1ª fase ao perder para o time do Rio Una em duas partidas Sesiano 1×3 Rio Una e Rio Una 4×0 Sesiano.

Sesiano em 1961, Foto: Diário de Pernambuco
A última menção do Sesiano Clube de Escada gravado em registros jornalísticos foi no começo da década de 1970, dando a entender que o clube não se aventurou mais no futebol.

Algumas Curiosidades:
  1. Em alguns blogs o clube é mencionado como o tricolor de Escada, porém em vários registros em jornais informaram que o clube era Alvirrubro;
  1. O Sesiano Clube de Escada não atuava apenas no futebol de campo, mais também no Voleibol, Basquete e Futsal.

Fontes: Biblioteca Nacional Digital, Periódico Diário de Pernambuco, 1950-1959, 1960-1969 e 1970-1979;
Agradecimentos: Sérgio Mello do Site A História do Futebol, por ter ajudado muito com toda a pesquisa do Clube e principalmente por ter fornecido o escudo redesenhado do Sesiano Clube de Escada.

Gameleira Esporte Clube

Por Henrique Martins, 16 de maio de 2019
Ficha do Clube
Nome
Gameleira Esporte Clube
Fundação
23 de maio de 1955
Localização
Gameleira – Zona da Mata
Mascote
Status
Amador
Competição
Competições e amistosos pela região

O Clube

O Gameleira Esporte Clube, é um time de futebol que está sediado na cidade de Gameleira, na Zona da Mata Sul Pernambucana, o clube foi fundado em 23 de maio de 1955.

Em toda sua longa história o clube sempre esteve presente no cenário amador do futebol estadual, disputando competições e amistosos regionais contra clubes de cidades vizinhas. Entretanto o clube teve uma única aventura no cenário de competições oficiais do futebol pernambucano, foi na antiga Copa Intermunicipal de Clubes que era considerada a 3ª divisão de Pernambuco, pois o campeão ganhava como prêmio a profissionalização sem precisar as taxas de filiação.

Na competição do ano 2000 (nos mesmos moldes da Copa do Brasil), o time do Gameleira enfrentou outro clube amador de tradição, o Leão XIII de Catende, e após dois empates em 2×2, o alvirrubro Gameleirense venceu nos Pênaltis por 5×3, na fase seguinte, o clube enfrentou o forte time do Barcelona de Igarassu, e mais um vez passou de fase ao empatar em 2×2 e vencer por 3×1, com isso o clube chega nas semifinais para enfrentar o então favorito da competição, o Ferroviário do Cabo e em placares de 0x1 e 1×1 o time do Ferroviário do Cabo Eliminou o Gameleira e com isso encerrou sua única participação no cenário pernambucano.

O clube então retornou as competições amadoras e Amistosos locais.

Foto do Clube

Time em 2017, Foto: Facebook do Clube

Fontes: Facebook do Clube, Futebol Nacional, Rsssf Brasil, A História do Futebol
Escudo redesenhado por Sérgio Mello do Site A História do Futebol

Estudantes Sport Clube

Por Henrique Martins
01 de maio de 2019

Ficha do Clube
Nome
Estudantes Sport Club
Fundação
01 de maio de 1958
Localização
Timbaúba – Zona da Mata
Mascote
Carneiro
Status
Licenciado
Competição
Não disputa competições atualmente


O Clube

ÉPOCA AMADORA


O Estudantes Sport Clube é um time de futebol que está sediado na cidade de Timbaúba na Zona da Mata Pernambucana.

O clube foi fundado em 1958 e até o final da década de 1980 o clube sempre esteve presente em de competições amadoras, e tinha como seu grande adversário o JET (Juventude Esportiva Timbaubense), mobilizando boa parte da cidade de Timbaúba, nos dias do clássico local. O JET, aliás, deixou de existir após a profissionalização do Estudantes.


A primeira participação do Estudantes em uma competição estadual foi em 1965 quando o Carneiro da Zona da Mata disputou a 3ª edição da Taça Pernambuco, e o clube estreou na competição contra o forte time do Central de Barreiros, um dos clubes copeiros nas décadas de 60 e 70, e estes foram os resultados da competição que era disputada em caráter eliminatório:


Jogo de Ida

Estudantes 4×3 Central Barreiros – Ferreira Lima
Jogo de Volta
Central Barreiros 4×0 Estudantes – Luiz Brito de Melo

Com esse resultado na volta o Estudantes foi eliminado, retornando para outra competição estadual em 1968 quando disputou o Campeonato Pernambucano de Amadores, competição que reunia os campeões municipais, nos mesmos moldes da Taça Pernambuco, porém desta vez em pontos corridos, confira os resultados do Estudantes que ficou no Grupo C:


Locomoção EC – Jaboatão dos Guararapes

Elmo EC – Jaboatão dos Guararapes
São Paulo FC – Igarassu
JET – Timbaúba
Estudantes – Timbaúba

JET 2×1 Estudantes – Ferreira Lima

Estudantes 0x0 Elmo – Ferreira Lima
Estudantes 2×2 Locomoção – Ferreira Lima
São Paulo 1×4 Estudantes – Municipal de Igarassu

E mesmo com uma boa campanha o Estudantes não passou de fase, pois apenas o campeão avançaria para o Triangular final da competição, depois das participações do Estudantes na década de 1960, o clube só voltaria a disputar outra competição estadual no ano de 1973, na Copa do Interior Interclubes, quando o time caiu no grupo junto com:


Botafogo do Barro – Recife

Palmeiras – Paudalho
Estrada Nova – Jaboatão dos Guararapes
Santa Cruz – Carpina

E esse foram os resultados encontrados do Estudantes na competição:


1º turno

Estudantes 3×1 Botafogo
Estudantes 2×2 Estrada Nova
Santa Cruz 2×2 Estudantes
Estudantes   x   Palmeiras – Sem dados disponíveis

2º Turno

Botafogo 2×3 Estudantes
Estrada Nova  x  Estudantes – Sem dados disponíveis
Estudantes  x  Santa Cruz – Sem dados disponíveis
Palmeiras  x  Estudantes – Sem dados disponíveis

Time do Estudantes na década de 70 – Foto: Diário de Pernambuco



Mais uma vez, o time não avançou de faze, pois apenas o campeão do grupo se classificava para a fase final. Tendo finalizado sua participação  Estudantes de Timbaúba retornaria apenas no ano de 1981 na mesma Copa do Interior Interclubes e este foi o grupo em que o Carneiro da Zona da Mata ficou:


Colorado – Limoeiro
Sport Surubim – Surubim
Associação – Gravatá
Alvorada – Carpina
Caruaru – Caruaru

Estudantes  1×5  Colorado
Sport Surubim  1×1  Estudantes
Estudantes  0x1  Associação
Alvorada  3×1  Estudantes
Estudantes 1×1 Caruaru

A campanha foi fraca e o clube acabou eliminado logo na primeiras fase, e apos a competição o clube voltou totalmente suas atenções para o campeonato municipal de Timbaúba, onde conquistou vários títulos.

Time do Estudantes na década de 80 – Foto: José Mário Chaves Peixoto (Facebook)



ÉPOCA PROFISSIONAL

No ano de 1989 o clube conseguiu alcançar o sonho da profissionalização, algo que o clube tentou desde 1966, porém a falta de apoios e patrocínios sempre impedia que fosse alcançado.

O clube começou a disputar campeonatos profissionais em 1989, tornando-se na primeira instituição profissional de futebol do município, estreando na Série A1 do Pernambucano, confiram o vídeo abaixo:


Em 1990, após uma boa campanha no estadual, garantiu uma vaga na Série C do Brasileiro do mesmo ano, ficando em 11° lugar no geral. A estreia nesta competição foi contra o América de Recife, em 30 de setembro, saindo vencedor por 1 a 0. Depois jogou contra o Campinense (14/09), empate por 1 a 1, América de Natal (21/10), perdendo o jogo, e (28/10) CSA em Alagoas, saindo vitorioso 2 a 1. Mesmo ficando na segunda colocação do Grupo B não conseguiu avançar, pois só o primeiro colocado tinha classificação garantida.


Em 1991 disputou o Brasileiro da Série B, quando ficou em 37°, na frente de clubes como Juventude e América/MG. Os jogos foram: 1×0 e 0x0 CSA; 1×1 e 0x0 Central; 0x2 e 1×3 Santa Cruz-PE; 1×3 e 1×0 Auto Esporte-PB; 1×0 e 1×1 America-PE; 2×1 e 0x2 Treze-PB; 1×1 e 1×2 CRB. Ficou na 5ª colocação do grupo – só os dois primeiros avançavam de fase.

Permaneceu na Série A do Campeonato Pernambucano até o ano de 1995, quando foi rebaixado para a Série B juntamente com o Destilaria. A partir daí o clube iniciou um período de ostracismo em sua história, se licenciando pela falta de verbas e só retornando 10 anos depois. Em 2005, conseguiu o mais importante título da sua história. Foi campeão da Série A2 do Pernambucano ao bater o Salgueiro, no Estádio Ferreira Lima, em Timbaúba, por 2 x 0, sendo esta conquista a primeira e única na história do clube.

Confira a cronologia do time do Estudantes nos campeonatos profissionais de 1989 a  2006.

1989 – Pernambucano 1ª divisão
Estudantes – 20 jogos com 08 vitórias, 05 empates e 07 derrotas, marcando 24 gols e sofrendo 19 gerando assim um saldo de 5 positivo e a 5ª colocação geral.

Estudantes em 1989 – Foto Timbaúba Agora


1990 – Pernambucano 1ª divisão
Estudantes – 28 jogos com 06 vitórias, 05 empates e 17 derrotas, marcando 19 gols e sofrendo 55 gerando assim um saldo de 36 negativo e a 8ª colocação geral de 12 participantes.

1990 – Brasileirão 2ª divisão
Estudantes – 04 jogos com 02 vitórias, 01 empates e 01 derrotas, marcando 04 gols e sofrendo 03 gerando assim um saldo de 01 positivo e a 11ª colocação geral de 30 participantes.

1991 – Pernambucano 1ª divisão
Estudantes – 12 jogos com 01 vitórias, 00 empates e 11 derrotas, marcando 07 gols e sofrendo 35 gerando assim um saldo de 28 negativo e a 11ª colocação geral de 13 participantes.

1991 – Brasileirão 2ª divisão
Estudantes – 14 jogos com 04 vitórias, 05 empates e 05 derrotas, marcando 11 gols e sofrendo 16 gerando assim um saldo de 05 negativo e a 37ª colocação geral de 64 participantes.

1992 – Pernambucano 1ª divisão
Estudantes – 12 jogos com 01 vitórias, 03 empates e 08 derrotas, marcando 05 gols e sofrendo 21 gerando assim um saldo de 16 negativo e a 6ª colocação geral de 14 participantes.

1993 – Pernambucano 1ª divisão
Estudantes – 18 jogos com 00 vitórias, 03 empates e 15 derrotas, marcando 15 gols e sofrendo 59 gerando assim um saldo de 44 negativo e a 7ª colocação geral de 13 clubes.

1994 – Pernambucano 1ª divisão
Estudantes – 16 jogos com 02 vitórias, 01 empates e 13 derrotas, marcando 10 gols e sofrendo 49 gerando assim um saldo de 39 negativo e a 10ª colocação geral de 13 participantes.

1995 – Pernambucano 1ª divisão
Estudantes – 36 jogos com 03 vitórias, 06 empates e 27 derrotas, marcando 20 gols e sofrendo 105 gerando assim um saldo de 85 negativo e a 10ª colocação geral de 10 participantes, sendo rebaixado para a segunda divisão de 1996.

A imagem pode conter: uma ou mais pessoas e pessoas em pé


Resultado de imagem para Estudantes Sport Club de Timbaúba
Uniforme utilizado pelo clube entre 1989 e 1995
1996 – Pernambucano 2ª divisão
Em nossas pesquisas não conseguimos encontrar registros sobre a segunda divisão pernambucana do ano de 1996.

2005 – Pernambucano 2ª divisão
Estudantes – 19 jogos com 11 vitórias, 05 empates e 03 derrotas, marcando 31 gols e sofrendo 14 gerando assim um saldo de 17 negativo e assim conquistou o título do campeonato, conquistando assim o acesso para a elite estadual de 2006.

Com o lugar garantido entre os dez grandes de Pernambuco em 2006, o Estudantes resolveu investir pesado, montando uma equipe com folha salarial de R$ 70 mil, formada com alguns jogadores que, de alguma forma, tiveram destaque no futebol do Estado. Entre eles o vice-artilheiro do Estadual de 2003, Valdir Papel; os volantes Dário (um dos símbolos de raça do Sport dos anos 90), Djalma (ex-Sport e Santa Cruz, que fez fama pelas suas cobranças de faltas), além de Batata (eterna promessa do Santa Cruz) e ainda o lateral-direito Daniel (ex-Itacuruba, Náutico e Fortaleza).

O time fez uma campanha regular, tendo o jogador Valdir Papel como vice-artilheiro da competição com 09 gols. A competição foi marcada por uma briga judicial, onde o Estudantes chegou a perder 12 pontos por escalar o jogador Samuel nos jogos contra Sport e Serrano, logo recuperado pela quebra da liminar.


2006 – Pernambucano 1ª divisão
Estudantes – 18 jogos com 05 vitórias, 05 empates e 08 derrotas, marcando 24 gols e sofrendo 23 gerando assim um saldo de 01 positivo e a 07ª colocação geral de 10 participantes.

Time do Estudantes em 2006 – Foto: João Alfredo (Facebook)

No ano seguinte o Estudantes, alegando problemas financeiros, desistiu do campeonato sendo substituído pelo Belo Jardim Futebol Clube. Desde então o clube de Timbaúba se licenciou e não voltou aos gramados pelo velho problema financeiro que sempre o assolou.


Um clube que deixa muita saudade aos desportistas timbaubenses por suas glórias conquistadas no futebol pernambucano e brasileiro. O clube atualmente está fora de atividade, mas os timbaubenses sonham em um dia ver esse time voltar a jogar e com atletas da terra, feito em outrora.


Linha do Tempo dos escudos do clube


FONTES: Campeões do Futebol, Futebol Nacional, RSSSF Brasil, Acervo digital do Diário de Pernambuco dos anos 60, 70 e 80, Bola Na Área, Timbaúba Agora

Monte Castelo Esporte Clube – INÉDITO!!!!!

Por Henrique Martins, Adm do Acervo Futebolístico Pernambucano.
08 de março de 2019
Fontes: Diário de Pernambuco, Facebook – Fotos, Blog a História do Futebol.

Ficha do Clube
Nome
Monte Castelo Esporte Clube
Fundação
12 de setembro de 1945
Localização
Itambé – Zona da Mata Norte
Mascote
???
Status
Desativado desde 2007
Competição
Copa do Interior de 1973

O Clube

O Monte Castelo Esporte Clube, é um time de futebol pernambucano, sediado na cidade de Itambé, que está localizada na Zona da Mata Norte de Pernambuco, fazendo divisa com o estado da Paraíba.

O time do Monte Castelo foi fundado no dia 12 de setembro de 1945, o nome do clube é uma homenagem a grande vitória conquistada pela Frota Expedicionária Brasileira (FEB) no Monte Castelo na Itália, na 2ª guerra mundial, quando depois de quatro tentativas nosso exército conseguiu tomar o Monte dos Soldados Alemães e Italianos. Assim,  logo após sua criação o time foi conquistando torcedores locais e a paixão da cidade, onde seus diretores e jogadores se orgulhavam por ser o clube mais tradicional da cidade de Itambé.

Time do Monte Castelo em 1969 – Foto: Lauro Ramos da Silva – Facebook

Sua tradição era muito bem representada em campo, pois o clube detinha muitas vitórias e conquistava títulos regionais, inclusive fazendo amistosos no estado da Paraíba, contudo a maior investida do clube no futebol do estado, foi no ano de 1973, na então Copa Eraldo Gueiros (Copa do Interior de Clubes), onde participavam os clubes campeões de cada Liga municipal filiada a Federação Pernambucana de Futebol.

Time do Monte Castelo em 1973 – Foto: Diário de Pernambuco
O Monte Castelo caiu em um grupo relativamente complicado, era o Grupo 7, que contava também com a DR-5 (Grêmio da Celpe) da cidade de Goiana, o Palmeiras de Paulista, o time do Caxangá AC de Recife e o supercampeão suburbano o Locomoção EC de Jaboatão dos Guararapes.

Confiram os resultados encontrados do Monte Castelo nesta competição:

Grupo 07

1º Turno
Caxangá            1×1   Monte Castelo – Campo do Caxangá – Recife
Monte Castelo  2×0   Locomoção – José Pereira de Andrade – Itambé
Monte Castelo  3×3   Palmeiras de Paulista – José Pereira de Andrade – Itambé
DR-5                 ???   Monte Castelo – Agamenon Magalhães – Goiana
2º Turno
Monte Castelo 0x2   Caxangá – José Pereira de Andrade – Itambé
Palmeiras de Paulista  ???   Monte Castelo – Campo da Tecanor – Paulista
Monte Castelo ???    DR-5 – José Pereira de Andrade – Itambé
Locomoção        ???    Monte Castelo – Jefferson de Freitas – Jaboatão dos Guararapes

O escudo do clube não está muito visível nas fotos da década de 70, pois a qualidade das imagens não estão muito boas, por isso pedir ajuda de dois grandes pesquisadores do futebol que inclusive estarei deixando seus sites ao término da matéria.

E esta são as versões mais aproximadas do escudo utilizado pelo clube de 1969 até meados da década de 80.

Escudo 1: Redesenhado por Sérgio Mello
Escudo 2: redesenhado por Renato Gomes Zaraskyz

O Alvinegro Itambeense não conseguiu realizar uma boa campanha e foi eliminado logo na primeira fase, logo após a competição o clube voltou suas atenções para o campeonato citadino onde seguiu disputando as competições locais até meados dos anos 2000, quando manteve também o time de futsal chegando a conquistar alguns títulos também nesta modalidade.

Durante sua época em que esteve em atividades, o time do Monte Castelo mandava seus jogos no Estádio José Pereira de Andrade, de capacidade para pouco mais de 3.000 torcedores:

Resultado de imagem para Estádio José Pereira de Andrade Itambé

O time foi o mais tradicional da cidade de Itambé, sempre levando multidões aos seus jogos, conquistando várias vitórias e títulos na cidade, chegando a ser o único clube local que entrou em uma competição estadual junto com os clubes amadores que mais tinham chances de receber o profissionalismo e disputar o campeonato pernambucano da época!
O time do Monte Castelo sobreviveu nos gramados até meados dos anos 2000, e hoje encontra-se desativado, porém sempre nas memórias dos torcedores locais e agora eternizado no nosso Acervo Futebolístico Pernambucano!

Time do Monte Castelo na década de 70 – Foto: Gerásio Nunes de Lira – Facebook
Seus maiores rivais nos gramados foram o Guarani Futebol Clube e o São Sebastião Futebol Clube, ambos também de Itambé e ambos desativados também!

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Agradecimentos ao Sr. Antônio Paiva Filho que é ex-presidente do clube, e nos ajudou com muitas informações do clube.
Agradecimentos ao Sérgio Mello do Blog a História do Futebol, por ter redesenhado o escudo 1 do Monte Castelo na década de 70.
Agradecimentos ao Renato Gomes Zaraskys do site Curioso Futebol Clube, por ter redesenhado o escudo 2 do Monte Castelo na década de 70.

Fontes: Diário de Pernambuco, Antônio Paiva Filho (ex-presidente do clube), Sérgio Mello e Renato Gomes Zaraskys no redesenhos dos escudos 1 e 2.

Links Interessantes:
Blog a História do Futebol – http://cacellain.com.br/blog/?cat=203

Clube Náutico Trigueiros

Postado Por Henrique Martins Feitosa
Blogueiro, Administrador e Gestor de RH
07/03/2019 – Cabo de Santo Agostinho



Ficha do Clube
Nome
Clube Náutico Trigueiros
Fundação
1982
Localização
Vicência – Zona da Mata
Mascote
???
Status
Amador
Competição
Campeonato Municipal de Vicência
O Clube
Clube Náutico Trigueiros é um clube de futebol amador do município de Vicência, localizado na Zona da Mata Pernambucana.
O Náutico Trigueiros disputou 2 edições do Campeonato Pernambucano da Terceira Divisão: em 1999, chegou até a segunda fase, perdendo para o Korujão de Carpina, e em 2000, levou 6 a 2 do Alegriense de Chã de Alegria, em pleno estádio Jacozão, resultado que causou a eliminação na primeira fase – no primeiro jogo, em Glória do Goitá, houve empate sem gols.
Após a experiência na terceira divisão estadual, passou a dedicar-se à disputa do Campeonato Municipal de Futebol Amador, na qual é o atual bicampeão.

Em nossas pesquisas não conseguimos encontrar nenhum registro do escudo do clube, porém como o time é inspirado no Náutico de Recife, muito provavelmente o escudo seja idêntico. 

Resultado de imagem para Clube Náutico Trigueiros

Fonte: Futebol Nacional. 

Santa Cruz Futebol Clube do Carpina

Por Henrique Martins, Adm do Acervo Futebolístico Pernambucano
10/02/2019

Ficha do Clube
Nome
Santa Cruz Futebol Clube do Carpina
Fundação
15 de Novembro de 1954
Cidade/Mesorregião
Carpina – Zona da Mata
Mascote
Status
Social-Amador
Competição
Pernambucano 2ª divisão – 1995 (Última competição)
O Clube
História
O Santa Cruz Futebol Clube, é um clube de futebol sediado na cidade do Carpina.

Fundado em 15 de Novembro de 1954 por Edson Chagas, o clube sempre foi um dos mais tradicionais da esfera do futebol amador do estado de Pernambuco, principalmente na década de 70 e início dos anos 80, quando o clube chegou a participar de duas edições da Copa do Interior de Clubes, isso no ano de 1973 e 1981, chegando inclusive a ser vice-campeão no ano de 1973, perdendo a final para o time da AGA de Garanhuns.

Durante o começo da década de 80 o a cidade natal do Santa Cruz, Carpina se encontrou em uma grande crise no futebol local, onde o o tricolor carpinense  e outras equipes locais passavam por dificuldades o maior estádio local, o Osvaldo Freire estava em ruínas, onde muitas promessas politicas de recuperação foram feitas e nunca cumpridas, ao Santa Cruz também havia sido prometido uma sede para o clube, que devido a sua tradição, era um interiorano próximo da profissionalização no futebol.

Em um breve resumo a LCD estava gerindo mal o futebol local, onde todos os clubes filiados reclamavam da mesma, pela má gestão e o grande ápice das reclamações foi a não inclusão do Santa Cruz de Carpina, que era o clube mais tradicional e que levava mais público aos jogos, na Copa do Interior de clube do ano de 1980, onde a liga inscreveu o Condor de Nazaré da Mata para a competição.

E mesmo com todos esses problemas com a LCD o tricolor carpinense seguiu nas competições locais, conquistando inclusive alguns títulos, mais o maior ponto na história do Santa Cruz de Carpina foi em 1995.

Década de 90

No ano de 1995 o time do Santa Cruz do Carpina disputou pela primeira e única vez uma competição profissional, o Campeonato Pernambucano da 2ª divisão junto com Sete de Setembro de Garanhuns, Casa Caiada do Recife, Centro Limoeirense de Limoeiro, Íbis de Paulista e Ferroviário do Recife.

Contudo sua participação não foi muito boa, terminando na 5ª colocação no geral, confiram:

Santa Cruz de Carpina – 20 Jogos ( 5 Vitórias, 5 Empate e 10 derrotas, marcando 22 gols e sofrendo 23, ficando com um saldo de -1, e terminando na 5ª colocação no geral, na frente apenas do Íbis.

Depois dessa competição, o clube não retornou mais as competições profissionais no estado, permanecendo amador até os dias atuais.

Imagens e Fotos Raras

Time do Santa Cruz do Carpina na década de 70
Antigo Estádio Osvaldo Freire, propriedade do Santa Cruz  do Carpina, anos 70

Fontes: Diário de Pernambuco, Wikipédia, Facebook – Carpina, Capital da Mata Norte
Link da Matéria da Crise no futebol Carpinense em 1980 >>>> Clique Aqui <<<<
Agradecimentos a Sérgio Mello pela ajuda com as fotos e indicação da página no Facebook.

Associação Desportiva Vitória – Desportiva Vitória

Por Henrique Martins, Adm do Blog Acervo Futebolístico Pernambucano
27/01/2019

Ficha do Clube
Nome
Associação Desportiva Vitória
Fundação
03 de Agosto de 1990
Cidade/Mesorregião
Vitória de Santo Antão – Zona da Mata
Mascote
Taboquito
Status
Extinto
Competição
Pernambucano Série A2 – 2007 (Última competição)
O Clube
A Associação Desportiva Vitória, foi um clube de Futebol sediado na cidade de Vitória de Santo Antão, na Zona da Mata Pernambucana, foi sem dúvidas uma das maiores forças do futebol do interior na década de 90.
História

Fundada em 03 de agosto de 1990, a Desportiva Vitória surgiu numa iniciativa do Dr. Paulo Roberto Leite de Arruda e do saudoso José Edson da Silva “Zezinho do Corinthians” presidente da Liga Vitoriense de Futebol, juntaram-se a eles os desportistas Neildo David, Valmir Willians, Adílson S. de Brito, Elpídio Moura, Bartolomeu de Souza, Geraldo Lima, Pindoba, João Cerino, Giselda Tavares e Alcides Gomes que resolveram criar um time profissional à altura da cidade e que pudesse também estimular a prática entre as crianças e adolescentes da região.
O seu principal rival é o Vera Cruz (time da mesma cidade) que também joga no estádio Carneirão em Vitória de Santo Antão, os dois times fazem o clássico VI-VER.
O Vitória foi desfiliado da FPF (Federação pernambucana de Futebol) em 2007, ano este em que foi extinto.
Durante sua existência, o time do Vitória mandava seus jogos no Estádio Municipal Severino Cândido Carneiro ou o popular Carneirão, de capacidade para 10.911, torcedores, que infelizmente foi esquecido pelo poder público local e hoje se encontra em um completo estado de abandono, forçando os atuais times da cidade, Acadêmica Vitória e Vera Cruz a mandarem seus jogos em outras cidades.


Carneirão em 2016 – Foto, Globoesporte.com
Carneirão em 2018 – Foto, Wellington Araújo (@wareporter)

O Estádio Carneirão já recebeu um recorde de público de 10.081 pessoas, em jogo válido pelo campeonato pernambucano da 1ª divisão em 1998, no jogo em questão empate entre a Desportiva Vitória e o Náutico por 1×1.

O time da Desportiva Vitória era considerada uma das potências no futebol do interior pernambucano na década de 90, o time além das boas campanhas na edições do campeonato pernambucano, ainda esteve presente em cinco edições do Brasileirão da 3ª divisão

Colocações em competições

Campeonato Brasileiro 3ª divisão

1992 – 11º, 1994 – 15º, 1995 – 35º, 1997 – 47º e 2005 – 63º

Campeonato Pernambucano 1ª divisão

1991 – 4º, 1992 – 5º, 1993 – 5º, 1994 – 6º, 1995 – 6º, 1996 – 4º, 1997 – 8º, 1998 – 7º, 1999 – 4º, 2000 – 8º, 2001 – 10º, 2005 – 6º e 2006 – 10º.

Campeonato Pernambucano 2ª divisão

2004 – 2º, 2007 – 14º

Copa Pernambuco

1994 – 2º, 1995 – 1º, 1996 – SD, 1997 – SD, 1998 – SD, 1999 – SD, 2000 – SD, 2001 – SD, 2002 – SD, 2003 – 3º, 2004 – 1º, 2005 – SD.

Fotos e Imagens Raras

Time da Desportiva Vitória na década de 90 – foto: Panorama Esportivo
Time da Desportiva Vitória em 1991 – foto: 

Time da Desportiva Vitória na década de 90 – foto: Futebol No Domingo

Com a extinção da Desportiva Vitória, a equipe renasceu como um novo clube, que é a Acadêmica Vitória, que inclusive utiliza as mesmas cores do antigo clube, é bom lembrar que não são a mesma equipe, são clubes diferentes da mesma cidade.
Escudos antigos
 Vitória(AD)/PE [BRA]

Fontes: Bola na Área, Wikipédia, Panorama Esportivo, Futebol Nacional, Futebol no Domingo, Nossa Vitória.